É com imensa alegria que o Colégio Santa Dorotéia inicia em 2010 o projeto de formação do Grupo de Danças Folclóricas.
As aulas do Grupo de Danças Folclóricas do Colégio Santa Dorotéia serão às segundas e quartas-feiras, no horário de 12h15 às 13h15, na Sala de Dança (ao lado da quadrinha), e atenderão, inicialmente, a alunos e alunas da 6a a 9a série do Ensino Fundamental, com mensalidade no valor de R$ 50,00.
Nesta primeira semana, teremos aulas experimentais quando os alunos poderão conhecer um pouco mais sobre as danças.
O Grupo de Danças Folclóricas possibilitará aos seus integrantes a vivência dos conhecimentos típicos da nossa cultura, através das danças e dos costumes do povo brasileiro.
Além da apresentação em eventos internos, os alunos terão a oportunidade de representar o Colégio em eventos externos, dentre eles o Festival Intercolegial de Danças Populares, realizado anualmente pelo Grupo Sarandeiros, com o apoio dos colégios que têm grupos de dança.
Com o intuito de apresentar as danças folclóricas, o Colégio Santa Dorotéia promoveu, na manhã do dia 8/02, um recreio cultural, com apresentação do Grupo Sarandeiros, da Universidade Federal de Minas Gerais.
Fundado há trinta anos, o Grupo Sarandeiros tem viajado pelo Brasil e pelo exterior divulgando a nossa cultura em festivais internacionais de folclore.
Conta com um elenco de aproximadamente 35 dançarinos, dentre eles, ex-alunos de grupos de danças folclóricas de vários colégios de Belo Horizonte.
 
O grupo apresentou três danças: o “Malambo”, o “Carimbó” e o “Frevo”.
Saiba um pouquinho mais sobre estas danças...
O “Malambo” é uma dança típica do sul do Brasil, que caracterizada pela firmeza e virilidade dos homens na execução dos sapateados. O Malambo era dançado por homens, mas hoje já se nota a presença de mulheres.
O “Carimbó” é dançado ao ritmo das batidas do curimbó, instrumento feito com o tronco de árvores, que provavelmente deu o nome à dança.
Encontrada no Norte do Brasil, mais precisamente no Pará, esta dança tem uma brincadeira característica, onde a mulher coloca o lenço no chão e o rapaz tenta pegá-lo, caso ele consiga pode dançar com ela a noite inteira.
O carimbó ainda faz muito sucesso nos bailes e festas do Pará.
O Grupo Sarandeiros encerrou sua apresentação já em ritmo de carnaval, com o “Frevo”, que faz a multidão “ferver”, daí o seu nome, nas ruas de diversas cidades do estado de Pernambuco, onde nasceu.
Antigamente havia grupos rivais que se enfrentavam nas ruas do Recife com os movimentos da capoeira. Como esses grupos eram sempre reprimidos pelas autoridades encontraram uma forma de disfarçar esses embates executando passos que acabaram por criar a dança. Utilizavam também pequenos guarda-chuvas como arma que atualmente se transformaram em adereço para embelezar ainda mais as acrobacias realizadas pelos passistas.
Atualmente não há mais brigas e a multidão se alegra acompanhando as orquestras de frevo por onde quer que elas passem.
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